• Tratamentos

  • A Villa Janus estabelece um novo conceito no tratamento dos comportamentos adictivos. Oferece excelência assistencial em um ambiente diferenciado, onde pessoas com problemas pelo uso de álcool, outras drogas ou os demais comportamentos adictivos encontram um local acolhedor e flexível para sua recuperação.

     

    Acompanhamento diário com psiquiatras da equipe, todos com extenso currículo na área, somado à farmacoterapia, constituem um importante diferencial no tratamento.

     

    O programa de atividades, coordenado por consultor e monitores com larga experiência, é construído após criteriosa avaliação, respeitando as necessidades de cada um.

     

    São utilizadas técnicas cognitivo-comportamentais, atividades físicas personalizadas, reuniões com representantes de grupos de autoajuda e voluntários, além de cuidados com a dieta e lazer.

     

    São oferecidas as modalidades de permanência em tempo integral e em turno-dia, atendimento familiar e pós-tratamento. A Villa Janus possibilita que psiquiatras, psicólogos e médicos de outras especialidades, externos ao serviço, possam acompanhar seu paciente durante o tratamento.


    Saiba um pouco mais sobre comportamentos adictivos e dependência química


    Chamamos de transtornos adictivos aqueles que apresentam:


    Compulsão por determinada substância ou por determinado comportamento.

    Craving (fissura ou desejo intenso).

    Uso continuado apesar das consequências negativas.

    Perda do controle do uso.


    Dependência química é uma doença do cérebro que afeta o comportamento (NIDA). É um problema crônico caracterizado por uma busca compulsiva do uso apesar das consequências negativas. As recaídas podem ocorrer, fazendo parte do processo terapêutico.


    A cada ano surgem novas drogas. No entanto, álcool e tabaco seguem sendo as mais utilizadas e de maior impacto socioeconômico. Entre as 10 maiores causas de morbimortalidade no mundo, encontram-se o tabaco em terceiro lugar e o álcool em oitavo. Em 2012, o levantamento nacional mostrou que 16% da população brasileira apresentava um padrão de beber nocivo (uso de 6 ou mais doses por ocasião) e que 15,6% eram tabagistas (LENAD 2012).


    As drogas ilícitas (maconha, cocaína, opióide, anfetamina) foram consumidas por 3,5 a 7% da população mundial de 15 a 65 anos pelo menos uma vez no ano. Além dessas drogas conhecidas, outras 348 novas substâncias foram relatadas no period de 2008 a 2013, sendo o grupo das drogas sintéticas o de maior crescimento (UNODC 2014; EMCDDA 2014).


    Quanto a classificação, podemos dividir as drogas segundo seu efeito psicoativo em depressoras, estimulantes e perturbadoras.


    Depressoras Estimulantes Perturbadoras
    Álcool Cocaína e Crack Maconha
    Benzodiazepínico Nicotina Alucinógenos (LSD)
    Opióides Metanfetaminas Ecstasy
    Solventes e Inalantes Anfetaminas

    Existem outros transtornos do comportamento que apresentam características adictivas e compulsivas semelhantes às dependências químicas. Há muitos anos, fazem parte da clínica dos especialista no tratamento das adicções. Em 2013, os transtornos por jogo, comida e sexo foram agregados aos transtornos adictivos (DSM 5). Há ainda comportamentos compulsivos tais como amor patológico, compras compulsivas, sexo patológico e adicção à internet entre outras ainda não categorizados, mas que já são observados e abordados na prática clínica.


    Desse modo, chamamos de transtornos adictivos aqueles que apresentam: compulsão pela substância ou pelo comportamento, craving (fissura ou desejo intenso), uso continuado apesar das consequências negativas e perda do controle do uso.


    Referências:
    NIDA
    LENAD 2012
    UNODC 2014
    DSM 5

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